Empresa de Tecnologia e Produtos Digitais
A operação vira sistema.
Transformamos operações e necessidades de negócio em tecnologia própria — e operamos com você. Do pedido à cobrança, do primeiro contato ao atendimento, da campanha ao relatório, da marca ao dado.
- Tecnologia e Produtos
- · IA e Automação
- · Growth e Operações Digitais
- · Marca e Tecnologia Criativa
planilha, e-mail e WhatsApp → um sistema seu, construído e operado junto.
Em 25 segundos
Veja a operação virar sistema.
O esquema acima é a promessa. Este é o mesmo movimento acontecendo: cinco fontes espalhadas — planilha, e-mail, WhatsApp, campanha e o que só existe na memória de alguém — se conectam, viram um sistema com regra e aprovação, e terminam em produtos que já estão no ar.
sem autoplay — o som começa só se você pedir
ler a transcrição
Narração. Toda operação que cresceu tem partes que ninguém desenhou. A gente entende como ela funciona — e constrói o sistema que ela merece. Tecnologia própria: cada fornecedor atrás de uma camada nossa. E não é promessa: são produtos nossos, em produção. Baruk Connect. A operação vira sistema.
Texto em tela. A operação vive espalhada. → Conectamos. → Automatizamos. → Com IA onde ajuda, com regra onde basta. → Medimos, com fonte. → Isso existe e está em produção (produtos reais, capturas das superfícies públicas). → Baruk Connect · A operação vira sistema · Empresa de Tecnologia e Produtos Digitais.
Produtos reais, em produção
Nascemos operação. Viramos produto.
Antes de construir para clientes, construímos para nós. As telas abaixo são capturas reais das superfícies públicas dos nossos produtos — não ilustrações.
O que muda na sua empresa
O que podemos fazer pela sua operação?
Sete perguntas que ouvimos de quem chega. Se uma delas é sua, existe um sistema — e uma prova — do outro lado.
O que fazemos
Quatro frentes. Um sistema.
Um sistema sozinho não resolve. Por isso entregamos também as camadas de que ele precisa para funcionar de verdade: conversar com o cliente, medir o que acontece, apresentar a marca e antecipar o que vem.
Como trabalhamos
Não somos uma agência. Não somos uma software house.
Agência usa ferramenta; nós construímos a ferramenta. Software house entrega e sai; nós operamos junto. O modelo é híbrido por decisão — e três coisas nos definem mais do que a lista de tecnologias.
Construímos, não configuramos.
Cada fornecedor externo que usamos está atrás de uma camada nossa. A telefonia conecta a chamada; quem decide para quem ligar, o que dizer e quando parar é nosso. Nosso login não usa fornecedor de fora.
Operamos o que entregamos.
Não há entrega final — há sistema rodando, com cobrança automática, régua de inadimplência, monitoramento e verificação contínua.
Governança é código, não documento.
Mecanismos automáticos bloqueiam a publicação de software com defeito. E nenhuma métrica sem fonte declarada chega a ser publicada — nem neste site.
- Entendemos a operaçãoComo ela funciona de verdade, não como o organograma diz: onde está o pedido, o cliente, o que trava.
- Identificamos gargalosO que se perde, o que se repete, o que depende de memória.
- Desenhamos o sistemaDecisão de arquitetura registrada; o que é nosso e o que integramos, definido antes de construir.
- Integramos e construímosMotores reutilizáveis para o que já resolvemos; construção sob medida para o que é só seu.
- AutomatizamosUma política decide caso a caso. Onde ela manda, uma pessoa aprova. Onde não pode dar errado, um guard bloqueia.
- MedimosMedição própria, com consentimento, validada no destino — não print de dashboard.
- EvoluímosOperamos junto. Cada publicação passa por certificação automática antes de ir ao ar.
O ecossistema
Produtos em volta de motores. Fornecedores atrás de camada própria.
O que resolvemos uma vez vira motor e serve o próximo produto: login e permissões, plataforma multi-organização, propostas, voz com IA, mídia paga, gateway de IA, marca como dado. Doze produtos e plataformas sobre quinze motores reutilizáveis.
Não alegamos propriedade sobre nada de terceiro. Cada fornecedor está atrás de uma camada nossa — trocar de fornecedor é configuração, não reescrita.
A tecnologia por inteiro — motores, arquitetura e o que não afirmamos →IA e automação
Onde a IA ajuda, onde a regra basta — e onde uma pessoa decide.
Não somos uma empresa de IA. Somos uma empresa de tecnologia que usa IA onde ela faz diferença. Dos 21 agentes da nossa plataforma comercial, 18 são analíticos e não usam modelo de linguagem: regras e estatística sobre o seu dado, sem custo por consulta e sem alucinação. Modelos de IA entram na conversa por telefone e chat, na leitura de imagem e na geração de conteúdo dentro da marca.
- Execução autônoma. Análise que não altera nada no mundo e rotina de baixo risco.
- Execução por política. O padrão do envio: uma política decide caso a caso, com uma regra final que garante que nunca falta decisão.
- Aprovação humana obrigatória. Ação sensível, irreversível ou que gasta dinheiro de terceiro.
- Guard que bloqueia. Fronteira que não se negocia.
Onde a política manda, uma pessoa aprova antes de agir. E onde não pode dar errado, um guard bloqueia — não uma pessoa.
Prova, não promessa
Sistemas implementados e operando.
Temos prova de escala, de operação, de técnica e de governança. Nenhum case alega aumento de venda, economia ou conversão — e onde um número ainda está em validação, a página diz isso.
em destaque · Manga Verde Representações · desde 1992
ANTES · operação manual
- — Pedidos chegando por e-mail e digitados à mão
- — Carteira invisível; comissão conferida na planilha
- — Decisão comercial tomada de cabeça
DEPOIS · sistema
- → Pedido entra sozinho, com 4 camadas contra duplicidade
- → Curva ABC e temperatura de carteira todo dia
- → Propostas com score, atendimento por voz, 21 agentes
RESULTADO OBSERVÁVEL
R$ 13 mi+ em pedidos processados pelo sistema em 2025 — dado do sistema; prova de escala, não de causalidade.
Origem
Antes de vender software, a gente vendeu no mundo real.
A Baruk nasceu dentro da Manga Verde Representações, no mercado desde 1992. O primeiro sistema que construímos foi o nosso: pedidos que chegavam por e-mail viraram plataforma, carteira invisível virou curva ABC, comissão conferida à mão virou cockpit. Depois, transformamos o que aprendemos em motores — e passamos a fazer o mesmo para outras empresas.
Wellington Oliveira, fundador da baruk connect e empreendedor de tecnologia, concebe, dirige e opera os produtos — e prefere que o palco seja dos clientes e dos sistemas.
A história completa, de 1992 até aqui →- Operação realrepresentação comercial, desde 1992
- Dor realpedido no e-mail, carteira invisível
- Softwareo primeiro sistema foi o nosso
- Sistemamotores que servem outros produtos
- Barukempresa de tecnologia e produtos digitais
As perguntas que um comprador faz
O que a Baruk Connect faz?
A Baruk Connect é uma empresa de tecnologia e produtos digitais que transforma a operação de um negócio — pedido, cobrança, atendimento, vendas, marca — em tecnologia própria, e opera essa tecnologia junto com quem a usa. Trabalhamos em quatro frentes: Tecnologia e Produtos, IA e Automação, Growth e Operações Digitais, Marca e Tecnologia Criativa.
A Baruk é uma agência, uma software house ou uma consultoria?
Nenhuma das três, e um pouco de cada. Agência usa ferramenta; nós construímos a ferramenta. Software house entrega e sai; nós operamos junto. O modelo é híbrido por decisão: construir o sistema, integrar o que já existe, automatizar e operar com o cliente.
A Baruk cria software ou só integra ferramentas?
As duas coisas, e dizemos qual é qual. Temos tecnologia própria — login e permissões, motor de plataforma multi-organização, política de campanha de voz, motor de propostas, medição — e integramos fornecedores como Twilio, ElevenLabs, Meta, Google, WhatsApp, Asaas e Neon, cada um atrás de uma camada nossa. Trocar de fornecedor é configuração, não reescrita.
Como a IA entra nisso?
Como ferramenta aplicada a problema real, não como identidade. A maior parte dos nossos agentes é analítica e determinística — 18 de 21 não usam modelo de linguagem. Modelos de IA entram onde fazem diferença: conversa por telefone e chat, leitura de imagem, geração de conteúdo e de imagem dentro da marca. Onde a política manda, uma pessoa aprova antes de agir; onde não pode dar errado, um guard bloqueia.
Que tipo de empresa pode contratar a Baruk?
Empresas que já operam e precisam do sistema que a operação merece: representação comercial, indústria, escritórios de serviços profissionais, laboratórios e clínicas, varejo especializado, empresas de serviços. Se a sua operação vive em planilha, e-mail e WhatsApp, é o nosso caso típico.
O que exatamente fica meu quando o contrato termina?
Tudo o que foi instalado: código, páginas, contas de anúncio e analytics, dados, automações e documentação. A cláusula de propriedade está na proposta padrão.
Como começo uma conversa ou projeto?
Contando o que a sua operação precisa resolver, pelo formulário de contato ou pelo WhatsApp. A primeira conversa não tem custo. Se o caso pedir diagnóstico completo, existe o Raio-X: 10 dias úteis, plano priorizado, com investimento de referência informado na conversa e abatido integralmente se virar projeto em até 60 dias.
Quanto custa?
Escopo e valor são definidos depois do diagnóstico, porque dependem da operação — vale para sistemas, automação, marca, projetos de growth e operação contínua. O que publicamos é o modelo: escopo fechado por projeto, propriedade do cliente em contrato, e o valor do diagnóstico abatido se virar projeto. Não vendemos hora; vendemos sistema instalado e operado.
Vocês atendem minha cidade?
A base é Goiânia (GO), com operação remota em todo o Brasil. Sistemas, automação e mídia não têm fronteira geográfica; visitas presenciais acontecem quando a operação pede.
Conte o que sua operação precisa resolver.
Uma conversa de 30 minutos, sem custo, para entender onde está o pedido, o cliente e o que trava — e dizer com honestidade se é caso para a gente. Se o caso pedir diagnóstico completo, o Raio-X existe para isso.
Prefere conversar agora? Chame no WhatsApp — resposta de gente, não de bot.


